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Kingston lança nova geração do pendrive que protege dados contra perdas ou invasões


Kingston lança nova geração do pendrive que protege dados contra perdas ou invasões (Fonte da imagem: Divulgação/Kigston)

A Kingston apresenta a nova geração do pendrive desenvolvido para proteger seus dados ao máximo. Indicado para usuários que precisam armazenar dados confidenciais – como informações sigilosas de trabalho, contratos, declarações de imposto de renda, entre outros – o DT Locker+ G2 garante a segurança de 100% do conteúdo gravado.
Isso acontece graças ao registro de senha, que protege o acesso aos dados, sendo todos eles automaticamente criptografados. Seguindo o padrão “strong password”, o pendrive orienta o usuário a criar a senha utilizando, de forma alternada, os mais variados itens do teclado, misturando letras, números e caracteres especiais.
Após dez tentativas erradas de liberação de acesso, o dispositivo realiza a reformatação automática. O processo de configuração não requer instalação de aplicativos e é feito por meio de um sistema que funciona passo a passo, com opção para o português. 
O DataTraveler Locker+ G2 também possui criptografia baseada em hardware, que, ao contrário das soluções de segurança em software, protege os parâmetros de segurança mais críticos, como as chaves crypto utilizadas para criptografar e descriptografar dados armazenados na unidade.

Disponível no Brasil

"O DataTraveler Locker+ G2 oferece segurança aos dados de forma simples e acessível. O sistema de criptografia faz dele o pendrive perfeito para carregar as suas informações e mantê-las salvas de invasões externas ou possíveis perda ou roubo do produto", explica o gerente de desenvolvimento de negócios da Kingston na América Latina, Gerardo Rocha.
Compatível com os sistemas operacionais Mac OS e Windows XP, Vista e 7, o DT Locker+ G2 já está à venda em todo o Brasil nas capacidades de 4 GB, 8 GB, 16 GB e 32 GB. Os preços sugeridos são de R$ 59,90 (4 GB), R$ 79,90 (8 GB), R$ 109,90 (16 GB) e R$ 239,90 (32 GB). O produto vem com cinco anos de garantia e suporte técnico gratuito da fabricante.

Fonte: Assessoria de Imprensa Kingston


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Acer cancela parceria com a Alibaba após ameaças da Google


Acer cancela parceria com a Alibaba após ameaças da Google (Fonte da imagem: Reprodução/SlashGear)
Na última quinta-feira (13), a Acer cancelou o evento no qual iria apresentar um novo smartphone desenvolvido em parceria com a empresa chinesa Alibaba. Ao que tudo indica, a principal responsável pela situação foi a Google, que teria ameaçado cortar relações com a fabricante caso o aparelho CloudMobile A800 fosse revelado ao público.
Embora a Acer tenha se recusado a fazer qualquer comentário sobre a situação, a Alibaba não foi tão discreta. “Nosso parceiro recebeu uma notificação da Google que dizia que se o lançamento de um produto com o Aliyun (sistema operacional) prosseguisse, ela cortaria toda a colaboração e suporte técnico do Android em produtos Acer”, afirmou a companhia em um comunicado à imprensa.
O que parece ter incomodado a empresa de Sergey Brin é o fato de que o sistema operacional desenvolvido para o CloudMobile A800 era capaz de rodar toda a biblioteca de aplicativos do Android, além daqueles criados para a própria plataforma. A decisão da gigante das buscas não agradou nada a fabricante chinesa, que a classificou como “claramente injusta para os consumidores”.
“Acreditamos que, ao introduzir o Aliyn OS, estamos dando aos consumidores e fabricantes de hardware mais opções, o que é fundação de um mercado forte e saudável”, afirma um texto publicado pela Alibaba em seu site oficial. “Acreditamos que essa deveria ser uma decisão que o mercado deveria fazer”, complementa a empresa.

Fontes: SlashGearAlibaba


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50% dos aparelhos com Android têm falhas de segurança, diz estudo


50% dos aparelhos com Android têm falhas de segurança, diz estudo (Fonte da imagem: Divulgação/Google)
Duo Security tem uma péssima notícia para os donos de Android: metade dos aparelhos com o sistema operacional móvel da Google têm falhas de segurança e estão muito vulneráveis a malwares.
A conclusão é resultado de um estudo de dois meses da companhia, que lançou o aplicativo X-Ray, responsável por vasculhar um sistema Android e concluir se ele está ou não exposto a brechas. O serviço explora falhas que ainda não receberam atualizações de correção – ou que já foram resolvidas, mas o consumidor se recusou a instalar o patch.
Até agora, já foram 20 mil relatórios sobre aparelhos que não estão totalmente seguros e seriam alvo fácil de hackers ou aplicativos com vírus – e, com esse valor, seria possível estimar que metade dos Androids do mundo corre perigo. Será que o seu está entre eles?

Fonte: Duo Security

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Diretor da Google no Brasil tem prisão decretada


Edmundo Luiz Pinto Balthazar, diretor geral da Google no Brasil, teve a sua prisão decretada pelo juiz eleitoral de Campina Grande, na Paraíba, Ruy Jander. De acordo com a Agência Estado, o executivo de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo foi acusado de crime de desobediência.
A sentença foi executada porque Balthazar teria ignorado a determinação de retirada de um vídeo do YouTube no qual o candidato a prefeito, e líder nas pesquisas, de Campina Grande, Romero Rodrigues do PSDB, é ofendido.
Segundo a publicação, o site humorístico "Humor Paraíba" é o responsável pelo vídeo em que o político é chamado de burro em uma montagem com o clássico bordão do personagem Chaves: “Ai, que burro! Dá zero pra ele”. Confira a filmagem que causou tanta polêmica acima.
O motivo da ofensa é que Romero Rodrigues erra o nome do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), trocando “desenvolvimento” por “desempenho”, ao apresentar as suas propostas de governo relacionadas com a educação.
Diretor da Google no Brasil tem prisão decretada (Fonte da imagem: Reprodução/YouTube)
O magistrado afirma que o diretor da Google foi notificado e pôde se defender, o qual teria solicitado que o juiz reconsiderasse a ordem de prisão – o que foi negado.  "Conforme informação da parte atingida pela propaganda ridicularizante, há de se adotar as medidas necessárias para que o poderoso provedor de internet respeite a legislação brasileira e as autoridades constituídas", comentou Jander.

A Google contra-ataca

Em resposta oficial, a empresa se defende: "O Google vem a público esclarecer que vai recorrer da decisão da Justiça Eleitoral do estado da Paraíba por entender que ela viola garantias fundamentais, tais quais a ampla defesa, o devido processo legal e a liberdade de expressão constitucionalmente assegurada a cada cidadão.
O Google acredita que os eleitores têm direito a fazer uso da Internet para livremente manifestar suas opiniões a respeito de candidatos a cargos políticos, como forma de pleno exercício da Democracia, especialmente em períodos eleitorais.
O Google não é o responsável pelo conteúdo publicado na Internet, mas oferece uma plataforma tecnológica sobre a qual milhões de pessoas criam e compartilham seus próprios conteúdos".


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